

Before the Gate: Qin, Belonging, and Cultural Transmission
We are not direct heirs of this historical memory, but we are no longer mere observers standing outside it. During a recent conversation, a colleague pointed out how certain phrases spoken by my Chinese “peers” often carry a curious ambiguity. Expressions such as: “You speak in a way that feels very similar to us,” or even: “You know so much about Chinese culture! Surely you must have been Chinese in a past life.” The latter has always seemed particularly amusing to me, preci
há 3 dias9 min de leitura
A hiper lentidão no Qin e a estética digital
Tenho reparado com certa frequência no número de performances em plataformas digitais chinesas que priorizam execuções de peças tradicionais do repertório em tempos lentos ritmicamente alongados.
há 4 dias3 min de leitura


Sobre técnica e transmissão
Linhagem, solidão e a ilusão de maestria Quando se fala sobre a técnica correta dos toques no Qin, é preciso compreender antes de tudo que não existe uma regra universal, nem um modo único e determinado de executar suas técnicas. O que existe, isto sim, é um conjunto de transmissões ligadas às gerações posteriores — às “posteriações” — que vieram depois. Essas transmissões revelam a existência de escolas de Qin espalhadas por toda parte, algumas delas portadoras de grande val
28 de mai.2 min de leitura


Confluência de singularidades: fundamentos e práticas do Ensemble Gaoshan Liushui
Este texto reúne um conjunto de respostas a um questionário elaborado pelo pesquisador Joevan Caitano (UFRJ) , no contexto de um interesse mais amplo pela presença e circulação da música chinesa em contextos interculturais contemporâneos. As questões incidem diretamente sobre a formação, os fundamentos conceituais e os desdobramentos estéticos do Ensemble Gaoshan Liushui, grupo que fundei e dirigi entre 2012 e 2022. Mais do que oferecer um relato histórico ou descritivo, as r
12 de abr.13 min de leitura


Reflections on Guqin Teaching & Learning
NYQS Meeting (August 3, 2025) O encontro de 3 de agosto de 2025 reuniu membros e convidados da New York Qin Society para uma reflexão ampla sobre ensino, aprendizagem e transmissão do guqin, alternando debate com interlúdios musicais. Ao longo da conversa, emergiu um eixo comum: o guqin é aprendido não apenas como técnica instrumental, mas como ecologia de práticas — históricas, corporais, estéticas e comunitárias — em que repertório, contexto e modos de transmissão definem
18 de dez. de 20253 min de leitura



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